quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Logical Post

 

When I was young, it seemed that life was so wonderful, a miracle, it was beautiful, magical
And all the birds in the trees, well they'd be singing so happily, joyfully, playfully, watching me
But then they showed me a world where I could be so dependable, clinical, intellectual, cynical

Baldessari .


quando for grande vou ser como Tu, B.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

You see?


"If I had a world of my own, everything would be nonsense. 
Nothing would be what it is, because everything would be what it isn't. 
And contrary wise, what is, it wouldn't be. 
And what it wouldn't be, it would. You see?"
Allice

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Benamôr aqui e acolá

Eis o meu espanto quando, a meio das minhas pesquisas no Pinterest me deparo com esta imagem:



 Não é propriamente sabido por estes lados, mas se há coisas que me fascinam, duas delas são o design e a publicidade vintage e os produtos portugueses com História e histórias para contar. Percebe-se a minha alegria quando esta imagem, que é uma espécie de guia para prendinhas giras, surge através de um pin da família Sycamore Street Press, de origem indubitavelmente americana.
Quanto ao Benamôr, que se mantém fiel à sua fórmula original, é um "adorável produto de beleza que transmite à pele um encantador tom de frescura" e que anuncia a eliminação de tudo o quanto são rugas, borbulhas e manchas.
O registo da marca, levado a cabo por um farmacêutico (também ele o primeiro dono dos Laboratórios Nobre, que mais tarde dariam origem à Fábrica Nally - Campo Grande), data 1928. A Fábrica Nally produziu uma vasta gama de cremes e perfumes de fama notável e com clientes à altura, como foi o caso da Rainha D. Amélia ou mesmo de Salazar. A popularidade destes cosméticos deu-lhes, até, direito a menções em comédias portuguesas dos anos 40, como "O Pai Tirano".
Alantoíne, para as mãos, surge mais tarde, com o seu característico aroma de citronela, numa embalagem verde pistachio. Juntamente com o Creme Gordo da mesma Fábrica preenche os três grandes must try da marca.
A verdade é que, desde a altura em que era novidade até aos dias de hoje, a boa fama deste e dos restantes cremes Nally, tem passado de geração em geração.

Quanto à sua comercialização, que toda a gente adooora dizer que é quase nula, tanto acontece em mercearias e drogarias de bairro como nos próprios hipermercados. E, obviamente, nas antigas (tradicionais ou reaproveitadas) lojas da Baixa; mas aí o preço é um pouco mais de turista.

O que importa é que não só este "velhinho" é vendido nos Estados Unidos, como é amado, tal como cá em Portugal acontece. Por isso, fico feliz por ele :)

domingo, 10 de novembro de 2013

São três crepes, por favor.


Porque tem dias que é este o nosso aspecto. Ontem foi um desses dias. E quando uma de nós tiver casa, leva as outras para fazermos Festas do Pijama. <3
É muito fácil ser feliz quando há amigas e crepes de chocolate por perto.
Gracias

sábado, 9 de novembro de 2013

L'amour

Quando estiver combinada a dose certa do belo com a equivalente de 
sujidade e malvadeza, chegou ao seu destino.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Os Cosplayers em Nós

Directamente do IdeaFixa, que não é mais do que um canal de expressão e inspiração. Todos os dias vejo no facebook algo que me faz querer visitar este site maravilha. Hoje deu nisto.

Cosplayers inseridos no mundo real (?) para um registo de memória que une os dois lados.
Mais aqui.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Caixa Doraemon


Existirá mais, sim!



“[...]
– A cor, a luz e o som alteram-se apenas porque nos unimos. – disse N. após ele lhe ter mostrado a mensagem. – Mas não é só isso. Os nossos sentimentos trasmutam-se. Eles evoluem sempre que fundimos as nossas almas um pouco mais.
– E se chegar o dia em que essa união não seja possível? – perguntou-lhe E. – Tenho medo.
– Não tenhas. Nesse dia seremos apenas um, nada tens por que temer. – Embora não tivesse querido deixá-lo sem resposta, aquela pergunta tinha esmagado o seu corpo. Faltava-lhe confiança. Ainda lhe faltava confiança. Para N., o não acreditar piamente em algo, era o mesmo que dar essa tarefa por impossível e inconcretizável. Ela mantinha sempre um pé atrás, mas acreditava na vida. Já para E., esse confiar não era assim tão simples. N. sabia que não podia ficar chateada por isso. Preferiu sorrir-lhe, passar a mão pelo seu grosso cabelo, num singelo gesto de carinho, e continuar a viagem. [...]”

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

renaissance

10humana já não é um conceito novo.

O  antigo ex Pão de Forma, agora Mundo de Ivy, ia morrer hoje. Era hoje o dia (a noite, já se sabe!), mas não consegui.

Para não me alongar já, o importante é saberem o seguinte: esperem tanto deste blog como ele espera de vocês: leveza e jovialidade. Com isto, quero dizer que a frequência e o seguimento dito "lógico" desta casa, serão sempre uma inconstante. Conhecer-nos-emos aos poucos e sem dramas.
(bitchez loveee dramas. 10humana doesn't)