Enquanto corrente filosófica , o Cinismo foi fundado por Antístenes, discípulo de Sócrates, por volta de 400 a.C. Pregava-se o desapego aos bens materiais e externos.
Por
agora a palavra ganhou outra vida. Designa pessoas sem pudor,
indiferentes ao sofrimento alheio. Desavergonhado, mordaz, descarado,
impassível, obsceno, imprudente são adjectivos associados a este novo
cínico que foi criado, em nada semelhante à corrente filosófica.
Mais tarde vem Salles que homogeniza ambos os sentidos no sua colorida compilação Cinismo Ilustrado. Se há coisa que os artistas mexicanos sempre souberam fazer, foi passar uma mensagem importante nos seus trabalhos.
Para o 10humana dei preferência a esta passagem bíblica, vinda directamente d'O Grande Livro das Questões da Cabeça; psicologica ou neurologicamente falando. Dou ainda mais atenção ao TOC, que qualquer pesquisador amador, já terá dado conta n vezes. (Obrigada Prof. Conceição pela bela lavagem sobre fractais!); ao sado-masoquismo e ao voyerismo, que acabam - talvez de uma forma vil - por dar trazer um certo 50 Shades of Grey a esta bela Terra; à terrível bipolaridade que termina num belo arco-íris, associo este fenómeno a uma discussão entre namorados: a raiva está lá, ou a tristeza, mas o amor permanece a seu lado; e finalmente ao défice de atenção, que todos sabemos que foi uma característica genética que muitos de nós herdámos do tai Pai de Todos. Aliás, ultimamente tem sido esse DDA o prato principal, num tom socialmente ainda aceite mas já muito próximo do limbo.
Anyway.
Peço-vos que tirem vocês as próprias conclusões, das minhas levam apenas um bocadinho. E depois, visitem o síte do senhor Salles (& google it for more) e esclareçam qualquer dúvida sobre dietas, Twitter, Natal, ou simplesmente sobre a Miley Cyrus.

Sem comentários:
Enviar um comentário