“Minha
criança”, disse a Deusa.
“Embora
tenham passado muitas eras,
Embora
tenhas vivido tantas vidas,
A
garra de sacerdotisa move dentro de ti
E
a Lua crescente continua a brilhar no céu.
E
tu sentes, vejas ou não.
É
este saber interior que te move.
Que
te devolve a casa,
Para
saberes a verdade suprema.
Tens
coração de guerreira,
Mãos
de curandeira,
Espírito
selvagem ancestral.
Nunca
acredites em mais do que
No facto de seres magia divina.”

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